terça-feira, 14 de maio de 2013

----------- Ponto final.

Por que aquele sofrimento não tinha fim? Porque se mortificara tanto ao ponto de que não aguentara mais: e pensara que o sentido da própria vida se encontrava nela mesma. E se dera conta arrebatada por uma surpresa, da mesma forma que observara a luz bruxuleante da lâmpada: se acometera da própria finitude.
E a solidão feria como duras farpas. E dissera assim, com o pouco que lhe aprouvera da dor: existir não é lógico.