O que ficou na minha memória foi : aqueles olhos tristes, envoltos por linhas de expressão, que me fitavam longamente como a me dizer que eu existia - eu existo.
Eu pertenço só a mim e essa solidão havia se tornado uma espécie de liberdade.
Bastou-lhe um intervalo e ele reconheceu que eu nada representava em sua vida.
Vazio.
Foi então que eu percebi que só na sequência dos agoras é que eu existo.