domingo, 15 de março de 2015

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O que ficou  na  minha memória foi : aqueles olhos tristes, envoltos por linhas de expressão, que me fitavam longamente como a me dizer que eu existia - eu existo. 
 Eu pertenço só a mim e essa solidão havia se tornado uma espécie de liberdade.

Bastou-lhe um intervalo e ele reconheceu que eu nada representava em sua vida. 
Vazio.
Foi então que eu percebi que só na sequência dos agoras é que eu existo.