Ele permanecera sentado, fitava o vazio. Eu, em uma
tentativa de resgatá-lo para a realidade, me aproximara e o oferecera um
chocolate. Ele recusou, em um tom amável.
Neste momento, ele resolvera levantar-se: andava com cautela, consciente
de que a idade já o condenava. Quando ele entrou em seu próprio quarto, longe
do lugar em que eu me encontrava, eu toquei as extremidades da mesa na
tentativa de apreender o momento presente: não queria que ele partisse.